Um convite ao repensar
"Tem que sentir para fazer sentido - tem que fazer sentido para sentir..."
Marcelo Tempesta, PhD
12/29/202512 min read


Um convite ao repensar
Será que o óbvio só é óbvio quando é dito!? Será que o óbvio só é óbvio para a mente preparada? Aliás, acredito que existe um questionamento fundamental que deve anteceder estas duas perguntas: o que vem a ser algo “óbvio” e o que é uma “mente preparada” para cada pessoa? Qual a definição que cada indivíduo dá a estas palavras ao se expressar? Pois dependendo do contexto considerado e do significado atribuído, podemos falar de coisas completamente diferentes e o assunto pode tomar rumos distintos.
Confuso este primeiro parágrafo? Então vamos construir juntos uma linha de raciocínio, estimulando assim o nosso pensamento crítico...
Na verdade, considero que o óbvio deve ser sempre reforçado, pois constantemente ele é ignorado das mais variadas formas, pelos mais variados motivos. Também considero este ato de ignorar óbvios um dos maiores males da atualidade, visto a vasta quantidade de óbvios com poderes transformadores de vida – e ao praticarmos o ato de ignorá-los, nos distanciamos cada vez mais da vida que, verdadeiramente, lá no íntimo, gostaríamos de viver.
Sabemos que ficamos bons no que praticamos todos os dias, certo? Pense então, por exemplo, quantas coisas sabemos que nos ajudam e devem ser feitas para construirmos melhores resultados em qualquer área da vida que queira considerar - mas mesmo sabendo que são coisas boas, acabamos não fazendo. Pense também quantas coisas sabemos que nos prejudicam e que não deveríamos fazer - mas mesmo sabendo que são coisas que nos fazem mal, continuamos fazendo.
Pensou? Pois bem – concorda que tudo o que pensou são coisas óbvias? E ao praticarmos cada vez mais estes atos de ignorá-los, nos condicionamos a não enxergar a efetividade do óbvio e passamos a acreditar que as soluções para qualquer problema devem ser complexas, elaboradas – “coisas de outro mundo” – como se o simples não funcionasse, não merecesse mais a credibilidade, não tivesse valor. Em outras palavras, desenvolvemos automatismos maléficos que nos deixam cegos para os poderes transformadores de muitas coisas óbvias. Nos disciplinamos em ignorar das mais variadas formas, tantas coisas simples que verdadeiramente tem o poder de mudar nossa vida.
E os problemas deste condicionamento vão além da compreensão e imaginação da maioria, especialmente quando assimilados como parte de seu conjunto de crenças e repertório comportamental – motivo a mais para cuidarmos para que a inflexibilidade de nossas convicções não nos prive de uma vida mais próspera.
Dito isso, o convite agora é para estimularmos vários daqueles “re’s” que mencionei em reflexões anteriores (Quem está no controle?) - reavaliações, reanálises, reinterpretações... Justamente para trabalharmos o ato de atribuir significados de melhor qualidade, influenciando assim, de forma positiva, a Tríade do Significado/Conexão/Atitude.
Voltando ao básico!
Acompanhe comigo esta linha de raciocínio: a forma que você interpreta algo, tira conclusões e se expressa em relação a isso - molda a sua realidade!
Exemplo: aconteceu alguma coisa (algum evento, situação...) - as suas interpretações e conclusões referentes ao que aconteceu determina as suas possíveis tomadas de decisões, escolhas e condutas. Lembrando que a gente só interpreta algo mediante a uma análise. Como está a qualidade de suas análises!? Os critérios, princípios, valores, entre tantas outras coisas mais envolvidas neste processo, que você usa (pelo menos deveria) para analisar este acontecimento?
Mas continuando... Você fez uma análise, interpretou, tirou conclusões e DEU UM SIGNIFICADO a estas conclusões – a conduta que você escolher adotar a partir deste ponto (o comportamento que você manifesta) - molda a sua realidade. Infelizmente, a maioria das pessoas passa por cada passo deste processo de forma automática e inconsciente, pois a maioria das pessoas se encontram no mais baixo grau de pensamento crítico – o de pensador irreflexivo.
Aqui, a profundidade do pensamento de Sócrates se faz presente. Sua máxima "Conhece-te a ti mesmo" é um convite perene à autoanálise e ao questionamento das nossas próprias premissas – da qualidade de nossos repertórios para passar por cada passo deste processo como um todo. Ele nos alertava que "a vida não examinada não vale a pena ser vivida", sugerindo que o verdadeiro óbvio só se revela àqueles que ousam investigar e não aceitam o mundo de forma passiva, mas ativa e criticamente. E quando digo criticamente - é no sentido do pensar de verdade – com esforço cognitivo, com qualidade, com profundidade...
Caso suas análises e demais passos mencionados forem superficiais e sem significados de qualidade, assim será a sua vida. Governado(a) por vieses automáticos e inconscientes, você acaba atribuindo significados limitantes que bloqueiam o caminho para ações transformadoras. Ou seja, vieses te impedem de executar comportamentos condizentes para construir e experienciar a vida que você verdadeiramente deseja.
Isto te faz viver muito mais como refém, do que como pessoa livre para exercer o seu verdadeiro poder de escolha. Isso te faz viver muito mais nas sombras de seus verdadeiros potenciais, do que como escritor e protagonista de sua própria história. E este é um dos motivos que faz a maioria das pessoas “zumbizar” sem rumo – vazia de qualidade, mas repleta de lamentações por tudo o que poderia ter sido, mas não foi...
Platão, em sua "Alegoria da Caverna", nos ilustra isso vividamente: prisioneiros acorrentados veem apenas sombras na parede, interpretando-as como realidade absoluta. Quantas "sombras" – significados limitantes – você aceita como verdade, enterrando oportunidades? Essa alegoria complementa o trabalho de Bob Proctor, que no livro "Você Nasceu Rico" parafraseia a ideia de Buda, que diz que "A mente é tudo. O que você pensa, você se torna", inspirado em leis mentais universais. Proctor nos inspira a ressignificar o desconhecido não como ameaça, mas como vasto oceano de potencial – se damos significados negativos ao que não sabemos, cavamos nossa própria estagnação; mas ao abraçar o mistério com curiosidade, desenterramos conquistas.
Essa dinâmica da interpretação é magistralmente explorada pela neurociência. Pedro Calabrez, por exemplo, destaca como nosso cérebro não apenas registra a realidade, mas a constrói ativamente. Como dizem: não vemos o mundo como ele é, mas sim como nós somos. A percepção é como uma lente através da qual damos sentido ao mundo. Essa lente é moldada por nossas experiências, personalidade, crenças e até mesmo pelos vieses cognitivos que Daniel Kahneman tão bem descreveu no livro "Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar". Ele nos mostra como o “enquadramento” (o framing) de uma informação pode alterar radicalmente nossas conclusões e decisões, mesmo que os fatos e dados sejam os mesmos. Este “enquadramento” são as diferentes técnicas e estruturações utilizadas para apresentar informações de maneiras diferentes para influenciar a percepção e decisões das pessoas – as diferentes estratégias de “empacotamento” das informações e narrativas. Isso enfatiza ainda mais a importância de estarmos conscientes de como nossa mente processa e atribui significados.
Se não cuidarmos disto, se não nos “policiarmos”, ou melhor - como eu gosto de dizer: se não aplicarmos com diligência o “orai e vigiai” – somos facilmente manipulados das mais variadas maneiras - escravizados inconscientemente. Parafraseando Dostoiévski, a melhor maneira de manter um prisioneiro é garantindo que ele nunca saiba que está em uma prisão. Nietzsch também alertava que a forma mais perigosa de cegueira é acreditar que a sua perspectiva é a única que existe. Por isso que temos que cuidar para que a inflexibilidade de nossas convicções não nos prive de viver uma vida mais próspera. E aproveitando “a deixa”, faço uma provocação por meio de uma frase de Goethe: “ninguém é mais escravo do que aquele que se julga livre sem sê-lo.”
Pausa para uma reflexão paralela
O universo das coisas que não sabemos é muito maior e mais importante do que a gota de coisas que sabemos. E este é mais um óbvio altamente ignorado... Essa é uma verdade que ressoa com a Alegoria da Caverna de Platão, que nos mostra como a maioria das pessoas vive acorrentada às suas percepções limitadas, tomando sombras por realidade. O verdadeiro conhecimento, o "óbvio" que pode transformar, muitas vezes exige que nos libertemos dessas correntes e ousemos olhar para a luz, questionando as "verdades" que nos foram apresentadas.
Se pararmos para refletir de verdade, fica evidente a quantidade de coisas óbvias que podem transformar nossas vidas totalmente. Isso não é novidade, mas... Os significados negativos que nós temos dado a estes óbvios e nossas consequentes condutas são como covas para nossa própria evolução e conquistas. Reforço, ao darmos significados distorcidos ao que quer que seja, nós enterramos muitas oportunidades de melhorar qualquer área que a gente queira considerar. Temos que aprender a quebrar esta resistência de pensador irreflexivo que tanto nos conduz a significados limitantes e elevar nosso pensamento crítico...
Retornando ao método socrático, ele nos instiga a questionar incessantemente nossos achismos e suposições, como em seus diálogos onde ele desmonta certezas alheias com perguntas simples, mas profundas. Se aplicarmos isso as tantas convicções que inflexivelmente carregamos, percebemos que muitas delas se originam de crenças não examinadas – heranças culturais, medos inconscientes ou hábitos mentais preguiçosos. Sócrates nos convida a uma maiêutica pessoal, uma "tempestade de ideias", tanto para quebrar nossas resistências irreflexivas, quanto para extrair verdades mais autênticas de dentro de nós.
Dentro deste contexto, o imperador filósofo Marco Aurélio nos oferece uma bússola: "A felicidade da sua vida depende da qualidade dos seus pensamentos". Ele nos encoraja a explorar nossa mente, a questionar os julgamentos que fazemos e a não permitir que percepções distorcidas nos roubem a paz e o potencial. A "resistência de pensador irreflexivo" é, para os estoicos, a fonte de grande parte do nosso sofrimento e estagnação, pois nos impede de ver as oportunidades inerentes a cada situação.
Findo este paralelo, temos que aprender a quebrar esta resistência de pensador irreflexivo que tanto nos conduz a significados limitantes e elevar o nosso grau de pensamento crítico. Dito isso, se pergunte novamente: como está a qualidade dos significados que você tem atribuído a tudo em sua vida?
Voltando à linha de raciocínio inicial
Reforçando - a forma que você interpreta algo, tira conclusões e se expressa em relação a isso, molda a sua realidade. Você fez uma análise, interpretou, tirou conclusões e deu um significado a estas conclusões. A conduta que você escolher adotar a partir deste ponto (o comportamento que você manifesta) - molda a sua realidade. Na verdade, este processo como um todo molda sua realidade.
AGORA IMPORTANTE - Sentimentos prévios estão envolvidos ao longo de todo este processo, influenciando, portanto, a qualidade com que passamos por cada passo dele. Sentimentos também são “despertados” ao longo de cada passo deste processo que, apesar de eu estar o descrevendo de forma simples, seus mecanismos são extremamente complexos. Por isso que aprimorar nosso pensamento crítico também é desenvolver uma melhor gestão emocional. Aliás, vamos alinhar algumas terminologias para que a nossa comunicação se torne mais assertiva...
Eu, particularmente, estou entre as pessoas que consideram que desenvolver inteligência emocional é apenas adquirir conhecimento teórico/técnico sobre o assunto - elevar o seu grau de consciência em relação a ele – desenvolvendo assim um maior grau de compreensão sobre suas influências e impactos em nossas vidas (em vez de ignorar como a maioria faz).
Já, colocar este conhecimento em prática - usá-lo de fato para lidar melhor com os desafios da vida - isso é ter maturidade emocional. Ou seja, aprimorar nosso pensamento crítico, acima de tudo, melhora nossa maturidade emocional, visto que o pensamento crítico melhora a execução de conhecimentos adquiridos.
Como gosto de reforçar: inteligência é diferente de sabedoria... E este é mais um óbvio que muitas vezes ignoramos. É fácil lidar com o que quer que seja quando as coisas estão relativamente bem, “dentro dos conformes”. Mas, na verdade, colocamos à prova o nosso repertório de inteligência emocional no momento que as coisas começam a desandar, a dar errado - quando os problemas começam a aparecer e as crises se instalam em nossas vidas - ai sim o grau de maturidade emocional de cada um é revelado – nos momentos de desafios é que somos colocados a prova.
Essa distinção entre inteligência (conhecimento) e sabedoria (aplicação prática e discernimento) é um tema recorrente na filosofia. Aristóteles, por exemplo, diferenciava a episteme (conhecimento teórico, a inteligência que adquire fatos) da phronesis (sabedoria prática, a capacidade de agir corretamente nas situações da vida, com discernimento e virtude). A verdadeira maturidade emocional emerge da phronesis, da sabedoria de aplicar o que se sabe, transformando conhecimento em ação eficaz e significativa.
Sêneca, em vários momentos em “Sobre a Brevidade da Vida”, nos provoca a não ignorar as emoções, mas sim a examiná-las criticamente para não sermos escravos delas – maturidade emocional surge quando aplicamos esse exame, transformando sentimentos caóticos em aliados para a ação. Em suas obras, ele nos convida a confrontar nossos medos e a não permitir que as emoções nos paralisem. A inteligência (sabedoria) emocional, sob essa ótica, é a capacidade de aplicar o pensamento crítico aos nossos próprios estados internos, compreendendo-os e direcionando-os em vez de sermos dominados por eles. É a arte de gerenciar/governar a si mesmo, reconhecendo que emoções e sentimentos são resposta à nossa interpretação. Por isso ele também dizia que “nada é mais poderoso do que aquele que domina a si mesmo.”
Marco Aurélio, em suas “Meditações”, também nos diz que temos poder sobre a nossa mente, e não sobre eventos externos (assim como tantos outros grandes pensadores ao longo da nossa existência). E que, ao percebermos isso, encontramos força. Ele, governando um império em meio a guerras e pragas, nos mostra que a maturidade emocional surge ao praticar o pensamento crítico em momentos de adversidade, separando fatos de interpretações emocionais. Com isso, ele nos estimula a praticar diariamente essas habilidades – afiá-las - transformando assim o conhecimento teórico em sabedoria.
Como sabem – tudo é treino! A neurociência já desvendou e validou muito bem os mecanismos de como tudo isso acontece e enfatiza a importância de desenvolver cada vez mais esta “neuroplasticidade emocional”, treinando o cérebro para ressignificar desafios. Isto está perfeitamente alinhado com o elevar do pensamento crítico para o desenvolvimento de uma maturidade que sustenta mudanças e melhorias significativas em nossas vidas.
Resumindo, como disse Daniel Goleman: “inteligência (sabedoria) emocional não é sobre sair do caos. É estar nele e não sair de si.” Nos momentos de desafios e provações ao longo de nossas vidas, é um pensamento crítico de qualidade que nos capacita a executar com diligência, serenidade e efetividade o autoconhecimento adquirido.
Para finalizar...
Gosto de resumir todas estas palavras que indicam coisas negativas em apenas uma: desafios... Desafio é uma palavra mais neutra, e cabe a cada um dar significados bons ou não a esta palavra. Lembrando que o que não te desafia, não te transforma...
Como disse Napoleon Hill: "Toda adversidade traz consigo a semente de um benefício maior..." Em seu livro "Pense e Enriqueça", ele expande esta ideia ao nos inspirar a ver desafios como catalisadores para o crescimento – ele conta histórias de inventores que transformaram falhas em fortunas, provando que ressignificar adversidades como "sementes de benefícios" não é otimismo vazio, mas uma estratégia mental para prosperidade. Hill, inspirado por figuras como Andrew Carnegie, nos lembra que grandes conquistas vêm de reinterpretar falhas como degraus, não como tumbas – pense em um profissional mudando de carreira: o "desafio" de uma demissão pode ser a semente para um negócio próprio, se o significado atribuído for de oportunidade.
Bob Proctor, seguidor desta mesma linhagem e um grande mestre das leis da atração, parafraseia isso ao dizer que "seus pensamentos são a causa primária de tudo o que entra em sua vida", enfatizando como significados positivos atraem ações alinhadas. Proctor nos instiga a visualizar e ressignificar diariamente, quebrando padrões automáticos para uma vida de abundância intencional.
Essa perspectiva é um eco do estoicismo, que desde os primórdios já considerava obstáculos como oportunidades para o crescimento. Marco Aurélio nos ensinou que "o que impede a ação promove a ação. O que está no caminho se torna o caminho". Ele nos convida a transformar cada dificuldade em um trampolim, a ressignificar a adversidade em um catalisador para a nossa evolução, reconhecendo que a força para superá-la já reside em nós. Ele nos incentiva a considerar desafios não como inimigos, mas como mestres que nos renovam.
Portanto, escolha bem os significados que você atribui ao que quer que seja...
Tem que sentir para fazer sentido – Tem que fazer sentido para sentir...
Qual sentimento te conecta com as coisas que você verdadeiramente deseja para sua vida? Seu sentimento revela o seu grau de conexão com o que quer que seja...
Essa profunda interconexão entre significado e sentimento é algo que Bob Proctor, um mestre na arte do desenvolvimento pessoal, frequentemente enfatizava. Ele nos ensina que nossos sentimentos são o combustível que impulsiona nossas ações e, consequentemente, molda nossa realidade. A clareza sobre o que sentimos em relação aos nossos desejos é um passo crucial para a sua manifestação, pois o sentimento é a linguagem da alma que se comunica com o universo.
Mas... Importante! Muitos dos significados que damos a tudo em nossa vida podem nos despertar diferentes sentimentos... Assim como podemos dar diferentes significados de acordo com o que estamos sentindo... Ou seja, esta relação entre significado e sentimento acontece em ambos os sentidos.
Se o nosso grau de pensamento crítico é crucial para dar significados e ressignificar o que quer que seja... Já percebeu onde quero chegar né!?
Aqui, voltamos à essência do legado que Epicteto nos deixou: "É nossa opinião sobre as coisas que nos perturba, não as coisas em si." Bob Proctor, dentro deste mesmo contexto, enfatiza: "Seus sentimentos são o termômetro de seus pensamentos; mude o pensamento, e o sentimento segue, moldando uma nova realidade." Adam Grant, mais atual, adiciona: “em um mundo volátil, repensar sentimentos negativos como sinais para ação pode virar o jogo em carreiras ou relacionamentos.” E estes são apenas alguns exemplos da vasta riqueza de grandes mentes que compartilham destas mesmas linhas de pensamento – dos primórdios aos dias de hoje.
Portanto, saiba que...
Nossos sentimentos são, em grande parte, uma resposta aos significados que atribuímos. Se podemos controlar a atribuição de significado através do pensamento crítico – escolhendo conscientemente como interpretar e o que valorizar –, podemos, em última instância, influenciar a qualidade de nossos sentimentos e, assim, a direção de nossa vida. É a maestria sobre o significado que nos dá o controle sobre o nosso estado emocional e, por consequência, sobre o nosso destino.
Afie sua mente! Melhore suas lentes! Tudo pode ser diferente...
Marcelo Tempesta, PhD


